Jorge Hereda deixou à presidência da estatal, em fevereiro do ano passado, sendo substituído pela ex-ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Três meses depois, foi convidado pelo governador Rui Costa (PT) para comandar a Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado. “Pedalada fiscal” é o nome dado à prática do governo de atrasar repasses a bancos públicos a fim de cumprir as metas parciais da previsão orçamentária. Em abril do ano passado, o TCU decidiu que a União violou a Lei de Responsabilidade Fiscal nos anos de 2013 e 2014 ao deixar de fazer esses repasses. Em dezembro do mesmo ano, o governo recorreu da decisão, mas a Corte de Contas, por unanimidade, rejeitou o recurso. A manobra fiscal praticada pelo governo petista foi usada como um dos argumentos no requerimento formulado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior. TRIBUNA DA BAHIA
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
JORGE HEREDA DEVE SER JULGADO PELAS PEDALADAS FISCAIS
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